quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Rios de Pedra


Atravesso o mundo, e saiu na leveza das nuvens rompendo o caos dos silêncios de espólios abandonados, aqui serenos como sentinelas de nós mesmos, olhamos as imagens esboroadas pela acidez da vida fingida, e fechados os rostos, as lágrimas são seixos de rios de pedra com vontade de correr.

1 comentário:

Jacinta Dantas disse...

Estou por aqui, conhecendo esse cantinho de letras. No Rio de Pedra, eu também me vejo, vertendo-me pelas saudades acumuladas.
Um abraço