A não esquecer esta força da natureza!
Salpicosdeletras
Namorando as palavras com a ponta dos dedos
Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
Domingo, 20 de Novembro de 2011
AS LETRAS DO TEMPO
As letras e os cometas são poeira do mesmo saco astral.
Se lhes dá o vento vão parar ao quintal das estrelas cadentes
Carentes videntes saltando nos caminhos virados a sul.
Vertem feitiços nas malhas dos ancestrais fornos de azedo metal.
Gritam batendo a pedra em jeito de oração mais amargo que sumo de limão
No circulo rodam os corpos até ao tombo no chão vitriuo dos cristais fundidos
no frio dos tempos.
E o silêncio se deita na toalha da mesa flutuante das marés vazias e barcos encalhados na escuridão.
Se lhes dá o vento vão parar ao quintal das estrelas cadentes
Carentes videntes saltando nos caminhos virados a sul.
Vertem feitiços nas malhas dos ancestrais fornos de azedo metal.
Gritam batendo a pedra em jeito de oração mais amargo que sumo de limão
No circulo rodam os corpos até ao tombo no chão vitriuo dos cristais fundidos
no frio dos tempos.
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
PALAVRAS VAZIAS
Vazias as palavras guardavam em si o pó dos tempos
no canto sombrio dos armários por arrombar os cabides conservam as roupas por vestir
a humidade mancha as paredes lisas de tudo
como se no começo a nudez saísse na rua de alma despida.
no canto sombrio dos armários por arrombar os cabides conservam as roupas por vestir
a humidade mancha as paredes lisas de tudo
como se no começo a nudez saísse na rua de alma despida.
Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
TERNURAS
Tecendo os dias na imagem de alguém que conta,descubro o drama do homem feito tempo,lembrança e lucidez no distanciamento imaginário.O poético desdobrando-se,ditame sugestões de consentida ternura.
Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
O Tempo
Domingo, 1 de Março de 2009
O Beijo
Passeia os dedos
e todo o corpo se agita
a voz segue as notas saídas do piano
logo o beijo se entorna no olhar
respiram a um mesmo tempo
regressando ao espaço feito improviso
nesta cumpliçidade que se não explica.
Sente-se!
e todo o corpo se agita
a voz segue as notas saídas do piano
logo o beijo se entorna no olhar
respiram a um mesmo tempo
regressando ao espaço feito improviso
nesta cumpliçidade que se não explica.
Sente-se!
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